Publicações arquivadas sob Segurança
repercutindo: Agestado
Decisão isenta quem republicar informações ´difamatórias´
EFE
WASHINGTON - As pessoas que usarem a internet para divulgar informação de outra fonte não serão responsáveis se o material for considerado difamatório, segundo decisão tomada nesta semana pela Corte Suprema da Califórnia.
A sentença reverte uma decisão anterior de um tribunal de apelações e apóia uma lei federal dos EUA que libera os indivíduos de responsabilidade quando distribuem material difamatório, sem ser a fonte.
“Reconhecemos que o parecer dá ampla imunidade à redifusão difamatória na internet, criando conseqüências problemáticas”, admitiu o tribunal californiano. A Corte acrescentou que, até que o Congresso decida mudar a lei, quem se queixar de difamação na internet só poderá buscar compensação por parte da fonte original.
Replicação
Os juízes do Supremo julgaram o caso de Ilena Rosenthal e outras pessoas acusadas de distribuir e-mails e mensagens divulgando afirmações prévias que questionavam a capacidade de um grupo de Médicos.
Rosenthal argumentava que suas ações estavam protegidas pela lei conhecida como “Communications Decency”, de 1996. Ela diz que nenhum fornecedor ou usuário de computador pode ser considerado como o editor ou porta-voz de nenhum tipo de informação divulgada por um Terceiro.
Um tribunal de apelações da Califórnia tinha opinado que os provedores de serviços pela internet e os usuários podiam ser declarados responsáveis se publicassem informação difamatória.
21 de Novembro de 2006 às 10:08
admin
BBC Brasil
Qualquer tentativa de regulamentar a internet deve respeitar as noções legais e políticas vigentes na vida fora da rede, afirma a Unctad (Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento) em um relatório divulgado nesta quinta-feira.
“Toda regulamentação abrangente da internet deve ser muito próxima das noções existentes e aceitas da teoria legal e política em uso. Nesse sentido, redesenhar políticas e regulamentações para muitas atividades que em algum grau migraram para a internet pode ser ineficiente”, diz o relatório.
Um dos autores do documento, Angel Gonzalez Sanz, disse à BBC Brasil que muitas vezes os governos tentam encontrar “soluções rápidas, que se revelam ineficientes”.
Sanz e a Unctad defendem que as leis devem respeitar a estrutura “em camadas” da rede, que eles vêem dividida em sete níveis – desde a camada dos cabos e fios, passando pela dos softwares até a camada do conteúdo.
De acordo com o documento, “quanto maior o número de camadas afetadas, pior a regulamentação”.
Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado adiou a votação de uma polêmica proposta de regulamentação que prevê a obrigatoriedade de cadastro de todos os usuários e obriga provedores de acesso à internet a manter registro de todas as conexões realizadas por, pelo menos, três anos. Vários senadores pediram mais tempo para estudar a proposta
Leia mais: Para empresas, banda larga é vital como água, diz Unctad
Brasil
A Unctad sugere que algum grau de regulamentação é necessário, ao dizer que os governos não podem mais deixar a internet como está. “A sociedade está indo para a internet e com ela também vai a necessidade de organizá-la e governá-la”, afirma o relatório.
Sanz não quis comentar os detalhes do projeto em tramitação no Congresso, de autoria do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), mas disse, que em geral, quando o objetivo é impedir crimes eletrônicos, o controle deveria ser feito na ponta do conteúdo, e não do acesso.
“Se nós estamos falando de fraudes, você provavelmente deveria se aproximar da camada do contéudo”, disse Sanz.
Ele diz entender a reação negativa à idéia da identificação obrigatória. “Essa cena (que está ocorrendo no Brasil) é familiar. Há sempre uma resistência daqueles que se preocupam com a violação da privacidade. É uma preocupação bastante razoável”.
Segundo Sanz, também é normal, nas tentativas de regulamentar a rede, exigir dos provedores alguma responsabilidade pela manutenção das informações sobre as transações passadas.
Ele ressalta, porém, que, ao tornar a retenção de dados obrigatória, é preciso assegurar a proteção desses dados, proibindo, por exemplo, a sua retransmissão a partes não autorizadas.
“É preciso encontrar o equilíbrio entre segurança e privacidade”, diz Sanz.
O especialista diz que o Brasil não é o único país a estudar um sistema de identificação dos usuários para aumentar a segurança na rede. Segundo Sanz, na Europa, por causa da preocupação com o terrorismo, há países considerando medidas do gênero.
Angel Sanz cita o caso da Espanha, onde a idéia de instituir uma espécie de cartão de identificação eletrônica para cada usuário teria sido bem aceita. “O importante é a forma de colocar (os controles) em prática. Cada país vai avaliar o que considera aceitável”, diz.
Quanto à possibilidade de criminosos de burlar a obrigatoriedade da identificação - argumento usado por críticos do projeto - Sanz diz que, como no mundo offline, qualquer regulamentação pode ser “contornada”. Segundo ele, a eficácia do sistema vai depender do seu grau de sofisticação.
17 de Novembro de 2006 às 08:52
admin
SÃO PAULO - O portal Yahoo e a Symantec firmaram uma parceria com foco em segurança na internet, pela qual criarão uma versão customizada do Norton Internet Security, pacote que reúne firewall e antivírus integrados numa única ferramenta, e que poderá ser usado gratuitamente por 30 dias.
A idéia, afirmaram as empresas em um comunicado, é aumentar a segurança dos usuários do Yahoo em todo o mundo, assegurando a privacidade dos internautas, além de proteger transações bancárias e compras online.
O pacote oferecerá funcionalidades como detecção e bloqueio de vírus, spywares, publicidade indesejada e proteção contra ataques de hackers.
Além disso, o programa faz a filtragem de spams, identifica invasores que tentem acessar arquivos dos internautas e escaneia mensagens de e-mails a procura de Cavalos de Tróia, Worms e outros programas maliciosos.
Após o período de testes, os usuários do Yahoo precisarão decidir se adquirem uma versão completa da ferramenta. A versão para download será oferecida por US$ 50. O mesmo aplicativo, na versão 2006, é vendido no varejo brasileiro por cerca de R$ 95.
26 de Julho de 2006 às 11:25
admin
notícia da agestado:
Empresa utilizará táticas de hackers para avaliar segurança de clientes empresariais
Alexandre Barbosa
SÃO PAULO - A HP pode lanar ainda neste ano um serviço de avaliação de vulnerabilidades digitais em empresas, seguindo as mesmas linhas de ataques praticadas por hackers.
Para isso, utilizarão vírus ´controlados´, ou seja, que usem códigos hostis mas que não se espalhem depois pela internet. O objetivo é tentar ganhar acesso às máquinas e dados de clientes para mostrar como as companhias ainda deixam furos em sua segurança
O serviço deve se chamar HP Active Countermeasures (HPAC) e deverá utilizar toda uma biblioteca de códigos invasores existentes em busca de brechas nas redes da empresa. Na lista de ataques, estão os chamados buffer overflows, em que um site ou aplicação recebe uma série excessiva de solicitações e tem seu funcionamento interrompido.
Segundo a empresa, esse tipo de técnica tem sido usada internamente desde 2001 para checar a segurança das redes da própria HP.
5 de Julho de 2006 às 19:10
admin
De acordo com a empresa de segurança Site Advisor, adquirida recentemente pela McAfee, os resultados de mais de metade dos termos pesquisados em ferramentas de busca direcionam para sites que contêm programas espiões e adwares, softwares que exibem anúncios no micro. Confira algumas das palavras mais perigosas:
# Bearshare
# Screensavers
# Winmx
# Limewire
# Download Yahoo messenger
# Free ringtones
De acordo com o relatório dos pesquisadores Ben Edelman e Hannah Rosenbaum, digitar “free screensavers”, por exemplo, em qualquer site de busca é uma forma quase garantida de expor o computador a todo tipo de site com código malicioso. Segundo eles, mais de 64% dos sites ligados ao termo contêm código malicioso.
O relatório informa que 1.394 palavras-chave populares em pesquisas via Google, Yahoo, MSN, AOL e Ask estavam ligadas a spyware ou adware. Segundo o site The Inquirer, o Site Advisor considera no relatório que as máquinas de busca deveriam se esforçar para apresentar resultados inofensivos quando um usuário digitasse estes termos como argumento de pesquisa.
18 de Maio de 2006 às 09:06
admin
Identificamos nos últimos dias o envio irregular e ilegal, pelo correio, de um
boleto bancário da “empresa” nicregistro.com referente ao registro internet
de domínios .com.
Queremos informar que este boleto é um artifício que visa induzir empresas
a efetuar o pagamento de um serviço que supostamente é oferecido por
esta empresa.
Tendo em vista que alguns detentores de nomes de domínio receberam
boletos de cobrança não relativos aos serviços prestados pelo NIC .br,
que podem causar confusão devido à utilização de expressão semelhante
aos nomes NIC .br e Registro.br, alertamos que todas as cobranças
relacionadas ao serviço de registro de nomes de domínios brasileiro
são emitidas exclusivamente pelo cedente Núcleo de Informação e
Coordenação do Ponto BR - NIC .br, com CNPJ/MF sob o n°
05.506.560/0001-36.
A base de dados do Registro.br não é disponibilizada em hipótese
alguma a terceiros para reprodução ou comercialização. Devido às
necessidades de segurança da Internet.
O NIC .br já está adotando medidas para fazer cessar tais atos e
responsabilizar os seus autores.
Em caso de dúvida nos colocamos a disposição para, sem compromisso,
esclarecermos sobre procedimentos e políticas para registros de
domínios internacionais e nacionais.
5 de Abril de 2006 às 22:35
admin