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Anunciantes vao investir recorde de 31 bilhoes de dolares na web em 2007

Anunciantes investirao um recorde de U$ 31 bilhoes este ano para divulgar toda espécie de produtos e serviços na internet, o que servirá para sustentar incontáveis sites de notícias, redes sociais, vídeo e blogs. Mas alguns veteranos da mídia estao preocupados com a possibilidade de que as expectativas quanto à publicidade online possam estar escapando ao controle. Eles dizem que proporçao cada vez maior da mídia vem dependendo da publicidade como única fonte de receita. E a presença de novos concorrentes, como produtoras de software e operadoras de cabo, por exemplo, tentando disputar as mesmas verbas, pode significar que simplesmente nao exista recursos para todos.

“Estou chegando ao ponto de sentir que todas as respostas, em todas as propostas de desenvolvimento, envolvem ‘vamos ser bancados por publicidade’…”, diz Beth Comstock, presidente de mídia integrada na NBC Universal, que este ano estabeleceu um fundo para investir em empresas digitais e de mídia - “Isso simplesmente nao vai ser possível”, declarou ela em uma conferência publicitária recente. “Nao vai haver verba publicitária suficiente no mercado. Nao importa o quanto você seja inteligente, nao importa qual seja o formato”.

Mesmo assim, há pouca dúvida hoje em dia de que uma grande proporçao do investimento em publicidade irá migrar das TVs, rádios, revistas e outros meios tradicionais para a internet nos próximos anos. A ZenithOptimedia prevê que os anúncios online no mundo vao crescer 28% em 2007, enquanto o restante do mercado nao avançará mais que 3,7%, informa a Reuters.

Para o próximo ano, a ZenithOptimedia estima que o mercado da internet cresça 21%, voltando a avançar outros 13%, para U$ 43 bilhoes, em 2009. Nesse momento, a publicidade na Web vai representar quase 10% dos U$ 495 bilhoes gastos com anúncios no mundo todo, ainda atrás do volume dispendido em jornais, revistas e televisao.

Adicionar comentário 15 de Outubro de 2007 às 16:29 admin

‘Pai’ da Internet prevê fim do modelo atual de TV

Vint Cerf, um dos cientistas da computação que criaram a Internet há 30 anos, acredita que os dias da televisão atual estão contados e revelou que trabalha atualmente com outros especialistas em um sistema para o uso da rede na comunicação espacial.

Em um palestra no Festival Internacional de Televisão em Edimburgo, publicada hoje (27 agosto 2007) pelo jornal The Guardian, Cerf predisse que a TV se aproxima do mesmo momento crítico que a indústria musical teve que enfrentar com a chegada do som digital, como o formato MP3. “Quase 85% de todo o material de vídeo que vemos é pré-gravado.

!”Por isso, uma pessoa pode preparar o próprio sistema para fazer os downloads convenientes à vontade”, explicou Cerf, atual vice-presidente do Google e presidente da ICANN, a organização que administra a Internet. “Vamos continuar precisando da televisão para certas coisas, como notícias, eventos esportivos e emergências, mas cada vez mais vai ser quase como com o iPod, no qual se pode baixar conteúdo para ver mais tarde”, afirmou.

Dirigindo-se aos diretores da indústria da televisão, Cerf, 64 anos, encorajou-os a parar de ver a Internet como uma ameaça à sobrevivência do meio de comunicação em vez de uma grande oportunidade.

O especialista americano, que criou os protocolos TCP/IP usados atualmente, previu que em breve a maioria verá a televisão pela Internet. Esta revolução pode significar a morte dos canais tradicionais em favor de novos serviços interativos. “No Japão já é possível baixar o conteúdo de uma hora de vídeo em apenas 16 segundos”, explicou. “Já estamos começando a ver a forma de misturar e combinar informações. Imagine-se a possibilidade de fazer uma pausa em um programa de TV e utilizar o mouse para clicar em qualquer um dos diferentes ícones que aparecem na tela e ver mais coisas sobre o assunto”.

Por outro lado, Cerf advertiu que não se deve crer em quem adverte que o aumento do vídeo na rede poderia causar seu colapso (como dizem alguns provedores) e disse que “estamos ainda longe de esgotar a capacidade”.

Vint Cerf contou que trabalha atualmente no desenvolvimento da internet para utilizá-la em comunicações com veículos espaciais, inclusive os interplanetários enviados a Marte. “Até agora viemos utilizando a chamada Rede do Espaço Profundo (DSN) para nos comunicar pelo espaço mediante sinais de rádio. Do que eu e meus colegas gostaríamos seria utilizar para isso uma versão da Internet”, afirmou.

Cerf reconheceu que houve alguns problemas como ter de esperar 40 minutos por uma resposta de um veículo espacial a 378 milhões de quilômetros de distância, mas alegou que o sistema pode ser eventualmente usado para aperfeiçoar as comunicações”. “Quero mais internet, quero que cada um dos 6 bilhões de habitantes do planeta possa se conectar à rede, pois considero que eles poderiam fornecer coisas que beneficiariam todos nós”, disse.

EFE

Adicionar comentário 27 de Agosto de 2007 às 16:53 admin

GOOGLE é a marca que mais se valoriza no mundo

O Google repete no marketing a retumbante ascensão vivida na internet. A marca vale hoje US$ 17,8 bilhões, 44% mais que em 2006, ano em que já havia registrado um crescimento semelhante. Segundo pesquisa das 100 marcas mais valiosas do mundo da consultoria Interbrand, a empresa criada por Larry Page e Sergey Brin há menos de uma década foi a que mais se valorizou em 2007.

O Google subiu quatro degraus no ranking e agora aparece na vigésima posição. A rede espanhola de varejo Zara, que registrou o segundo melhor resultado (22% de crescimento) da pesquisa, é a 64ª da lista, com uma marca avaliada em US$ 5,1 bilhões. Apple, Nintendo e Starbucks foram as outras emergentes da pesquisa.

No topo do ranking, não houve quase nenhuma novidade. Coca-Cola, Microsoft, IBM e GE permanecem entre as quatro mais bem colocadas. A surpresa entre as gigantes foi a melhora da pontuação do McDonald’s. Apesar da patrulha ao fast-food, a marca teve uma valorização de 7% no último ano.

A pesquisa é um retrato rico do mundo dos negócios. Em geral, o ranking reflete bem a saúde financeira e o acerto das estratégias das companhias. “As empresas que mais perderam valor no último ano (Ford, Gap, Kodak, Pizza Hut e Motorola) foram justamente aquelas que precisam se reinventar”, acredita Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrand Brasil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Adicionar comentário 27 de Julho de 2007 às 16:46 admin

Jovens online preferem videos de humor e mandam os links para amigos

1 de cada 5 americanos que está online assiste videos na web, diz um estudo do Pew Internet and American Life Project. No geral, noticias e videos de humor sao os mais assitidos. Entre os jovens, os clipes de humor sao os que mais atraem. Essa parcela de usuarios tende a enviar links de videos para amigos e parentes, e a assistir conteudo online em grupo.

Adicionar comentário 26 de Julho de 2007 às 15:23 admin

Internet continuará sendo a midia de crescimento mais rapido, diz Price

O mercado global de midia e entretenimento deve creser a uma taxa de 6,4% ao ano até alcançar U$ 2 trilhoes em 2011, diz o relatorio ‘Global Entertainment and Media Outlook - 2007-2011′, da Pricewaterhouse Coopers. A publicidade vai avançar 5,4% ao ano globalmente e a internet continuará sendo a midia de crescimento mais rapido. A pesquisa estima que sao 540 milhoes de residências com acesso broadband. Os EUA continuarao sendo o maior mercado de midia do mundo, mas também o de menor crescimento. A regiao da Asia Pacifico será a de avanço mais rapido.

Adicionar comentário 22 de Junho de 2007 às 15:53 admin

Pesquisa diz que acoes de branding na web ajudam a fechar negocios

Uma pesquisa divulgada nos EUA pela Atlas, divisao da aQuantive, sugere que a publicidade em ferramentas de busca está recebendo muito credito pelo fechamento de transaçoes online - em detrimento de açoes de branding na internet. O estudo, que analisou dados sobre comportamento dos usuarios e conversao de visitantes em consumidores, questiona a enfase que se dá ao ‘ultimo clique’ - aquele que é dado num link patrocinado ou num banner e conduz ao site onde será feita a visita ao site do anunciante. Diz que o foco no ‘ultimo clique’ desconsidera todo o impacto que banners e links em outros sites produziram sobre o consumidor. “Muitos usuarios vao ao site do anunciante porque foram expostos a mais publicidade” do que aquela exibida na ferramenta de busca, analisa Young Bean-Song, vp da Atlas. Noticia da Adweek, em inglês, aqui.

Adicionar comentário 13 de Junho de 2007 às 09:13 admin

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