Arquivo de Março de 2007

Domínio “.XXX” para sites de conteúdo adulto é rejeitado

LISBOA - A Icann, organização que administra a rede mundial de computadores, rejeitou uma proposta nesta sexta-feira para criar uma zona apenas para adultos na internet, com o domínio “.XXX”.

A Icann decidiu rejeitar a aplicação de sites com a terminação “.XXX” em reunião da entidade realizada em Portugal. “Essa decisão foi o resultado de um estudo muito cuidadoso e da consideração de todos os argumentos”, disse o presidente do Conselho da Icann, Vinton Cerf, em comunicado no site da organização.

Os partidários do domínio “.XXX” para pornografia na Web alegavam que seria mais fácil reunir os sites de sexo e filtrá-los. Os opositores, por sua vez, diziam que isso apenas tornaria mais fácil encontrar conteúdo adulto na internet. A Icann determina os domínios para sites da Internet, como “.com” e “.org”.

Adicionar comentário 30 de Março de 2007 às 16:18 admin

Numero de mulheres em sites de ecommerce cresceu 35% no Brasil

O numero de mulheres navegando em sites de ecommerce na internet residencial brasileira chegou a 3,6 milhoes em dezembro de 2006. O crescimento é de 35% em relaçao a dezembro de 2005. Os dados sao da pesquisa Web Brasil realizada mensalmente pelo Ibope Inteligência. Indica que o percentual de usuarias de sites de varejo passou de 40,6% para 44,5% do total de internautas residenciais.

Adicionar comentário 8 de Março de 2007 às 16:32 admin

Publicidade online nos EUA cresceu 34% e movimentou 16,8 bi em 2006

A publicidade online nos EUA movimentou U$ 16,8 bilhoes em 2006, alta de 34% em relaçao a 2005. O resultado é um novo recorde. As informaçoes, divulgada ontem, é do IAB e da PriceWaterhouse Coopers. Os dados sao estimados, os numeros definitivos saem em abril. De acordo com o relatorio, no 4o trimestre do ano passado, a publicidade online chegou a cerca de U$ 4,8 bilhoes, o maior resultado trimestral já registrado.

Adicionar comentário às 16:31 admin

Estudo: imagens subliminares impactam o cérebro

Quando se trata de imagens subliminares, longe dos olhos não significa longe da mente. Embora as imagens ou mensagens sejam invisíveis, e as pessoas não tenham consciência de que as viram, elas captam a atenção do cérebro em um nível subconsciente, dizem pesquisadores. As descobertas de cientistas do University College de Londres sugerem que a publicidade subliminar, que emprega imagens ou mensagens para influenciar os consumidores, deixam um impacto no cérebro.

“Esta é a primeira vez que se demonstra que o cérebro pode prestar atenção a coisas das quais nós nem sequer tomamos consciência”, disse em entrevista o Dr. Bahado Bahrami, chefe da equipe. Os pesquisadores empregaram uma técnica de escaneamento chamada MRI para registrar a atividade cerebral de voluntários aos quais foram mostradas imagens e depois se pediu que desempenhassem tarefas. Os cientistas constaram que o cérebro responde a imagens tênues, embora o espectador não tenha consciência de ter visto as imagens.

Para Bahrami, “a descoberta aponta para o tipo de impacto que a publicidade subliminar pode exercer sobre o cérebro”. Mas ele disse que o estudo não revela se esse tipo de publicidade afeta ou não a decisão de uma pessoa de comprar um produto. Os cientistas pediram a voluntários que usassem óculos com lentes filtradas para azul e vermelho e lhes apresentaram uma imagem tênue de objetos do cotidiano a um olho e uma imagem forte em lampejos contínuos para o outro. A imagem forte encobriu totalmente a imagem tênue.

Também se pediu aos voluntários que realizassem tarefas mentais simples e mais difíceis ao mesmo tempo. Durante as tarefas mais fáceis, os cérebros dos voluntários captaram os estímulos subliminares, mas, nas tarefas mais difíceis, o MRI não registrou atividade cerebral, porque o cérebro bloqueou a entrada das imagens subliminares. “O que comprovamos é que podemos receber do córtex visual (do cérebro) respostas confiáveis que correspondem a imagens tênues, mesmo que os sujeitos não enxerguem essas imagens”, disse Bahrami. “Essas reações se reduzem quando os sujeitos estão ocupados fazendo algo difícil.”

Reuters

Adicionar comentário às 13:14 admin

Jovens usam mais a internet e têm cada vez menos tempo para o rádio

O crescimento do uso da internet entre os usuarios de 15 a 24 anos nos EUA está reduzindo o tempo dedicado ao radio. Segundo pesquisa da Bridge Ratings, para 33% dos usuarios, o consumo de radio caiu para dar espaço a mais tempo para a web. Para 10% dos pesquisados, no entanto, nao há tempo para ouvir radio. A pesquisa avaliou o habito de consumir mais de uma midia ao mesmo tempo e indica que nos ultimos dois anos os adolescentes e jovens adultos ouvem mais MP3, falam mais ao celular, usam mais a internet - mas ouvem menos radio.

Adicionar comentário 1 de Março de 2007 às 13:00 admin


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