Arquivo de Novembro de 2006

Números do E-Commerce Brasileiro em 2006

Em 2006 já é possível dizer que os avanços do comércio eletrônico brasileiro foram significativos tanto em faturamento como na base de consumidores. Segundo a consultoria a e-bit, este ano, o e-commerce no Brasil deve crescer 70% e atingir 4,3 bilhões de reais.

Até setembro deste ano, o número de brasileiros que fizeram pelo menos uma compra online em seis meses chegou a 6 milhões. A soma representa um aumento de 2 milhões de e-consumidores em relação a setembro de 2005, mas ainda não chegou a um terço da base de 32 milhões de internautas no País.

Adicionar comentário 24 de Novembro de 2006 às 10:27 admin

E o usuario brasileiro navega 20 horas e 30 minutos por mês

Repercutindo: Blue Bus

O total de usuarios ativos da internet residencial brasileira alcançou 13,3 milhoes em outubro, segundo dados do relatorio que o Ibope NetRatings divulgou há pouco. Em relaçao a setembro passado houve queda de 2,4%, mas na comparaçao com outubro de 2005 o crescimento foi de 13,5%. O Brasil continua a ser o país com maior tempo medio de navegaçao residencial por internauta - 20 horas e 30 minutos em outubro. Sao 3 minutos a mais que no mês anterior e 1 hora e 48 minutos a mais que em outubro de 2005.

Adicionar comentário 23 de Novembro de 2006 às 17:28 admin

Salao do Automóvel impulsionou audiência dos sites de carros

Repercutindo: Blue Bus

A realizaçao do Salao do Automovel em Sao Paulo em outubro influenciou a audiência residencial dos sites da categoria Automoveis, que cresceu 5% no periodo. A informaçao é de relatorio do Ibope NetRatings, distribuido há pouco à imprensa. Alem do endereço oficial do evento, também receberam numero maior de visitantes residenciais sites das montadoras, de revistas especializadas e canais sobre automoveis nos grandes portais.

Adicionar comentário às 17:27 admin

Internet já é a 2a maior mídia de massa do país, diz IDG

Repercutindo: Blue Bus

Publicado pelo Blog dos Blogs do IDG Now aqui - “Com 32 milhoes de usuários, a internet no Brasil está à frente da TV a cabo (13 milhoes de pessoas), revistas (tambem 13 milhoes) e jornais (3,1 milhoes)”. Ressalva - “Mas a internet tem só 1,9% da receita de publicidade nacional” - dados do 1o semestre de 2006. “Nos EUA, ela já representa 5,5%. Na Inglaterra, a web já arrecada 10,5% do total investido em mídia” - registra ainda o blog,

Adicionar comentário às 17:24 admin

Tribunal americano dá imunidade a usuários de internet

repercutindo: Agestado

Decisão isenta quem republicar informações ´difamatórias´

EFE

WASHINGTON - As pessoas que usarem a internet para divulgar informação de outra fonte não serão responsáveis se o material for considerado difamatório, segundo decisão tomada nesta semana pela Corte Suprema da Califórnia.

A sentença reverte uma decisão anterior de um tribunal de apelações e apóia uma lei federal dos EUA que libera os indivíduos de responsabilidade quando distribuem material difamatório, sem ser a fonte.

“Reconhecemos que o parecer dá ampla imunidade à redifusão difamatória na internet, criando conseqüências problemáticas”, admitiu o tribunal californiano. A Corte acrescentou que, até que o Congresso decida mudar a lei, quem se queixar de difamação na internet só poderá buscar compensação por parte da fonte original.

Replicação

Os juízes do Supremo julgaram o caso de Ilena Rosenthal e outras pessoas acusadas de distribuir e-mails e mensagens divulgando afirmações prévias que questionavam a capacidade de um grupo de Médicos.

Rosenthal argumentava que suas ações estavam protegidas pela lei conhecida como “Communications Decency”, de 1996. Ela diz que nenhum fornecedor ou usuário de computador pode ser considerado como o editor ou porta-voz de nenhum tipo de informação divulgada por um Terceiro.

Um tribunal de apelações da Califórnia tinha opinado que os provedores de serviços pela internet e os usuários podiam ser declarados responsáveis se publicassem informação difamatória.

Adicionar comentário 21 de Novembro de 2006 às 10:08 admin

Para empresas, banda larga é vital como água, diz Unctad

BBC Brasil

O acesso à internet de banda larga tornou-se para uma empresa um recurso tão vital quanto serviços como água e luz, afirma um relatório da Unctad (Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento) divulgado nesta quinta-feira.

“A banda larga dá os benefícios integrais da internet”, afirma um dos autores do relatório, Angel Gonzalez Sanz, em entrevista à BBC Brasil. “Com banda larga, você interage com o cliente de uma forma mais eficiente e mais rápida”, exemplificou.

Segundo a Unctad, a conclusão é preocupante para países em desenvolvimento, onde a banda larga é em geral cara e representa uma minoria dos acessos em comparação com a internet discada.

De acordo com o relatório, a diferença no acesso à banda larga revela uma nova dimensão da chamada divisão digital existente entre países desenvolvidos e nações em desenvolvimento.

“Em países ricos, os assinantes de banda larga aumentaram em quase 15% no segundo semestre de 2005, alcançando 158 milhões de pessoas”, diz o relatório, que destaca o aumento no número de empresas com acesso à internet rápida.

A Unctad se baseia em dados de 2005, ano em que 63% das empresas da União Européia tinham internet de banda larga, enquanto que 80 de um grupo de 151 países em desenvolvimento nem tinham estatísticas sobre o assunto.

Para a organização, a competição entre os provedores do serviço (e a queda dos preços decorrente dessa competição) e a existência de uma infra-estrutura adequada constituem os dois principais fatores que explicam a disseminação da banda larga nos países desenvolvidos.

Impacto econômico

Segundo a Unctad, o menor acesso à banda larga faz com que os países em desenvolvimento saiam perdendo, por exemplo, em comércio - que, nos países desenvolvidos, vem sendo feito cada vez mais via internet.

“Para se tornarem mais competitivos na economia mundial e estimularem o crescimento econômico, os países em desenvolvimento claramente precisam ter melhor acesso à banda larga”, afirma a entidade, que estima que o acesso ao tipo mais rápido de conexão à rede possa gerar bilhões de dólares à economia de um país anualmente.

O relatório também associa o uso das tecnologias de informação, cujo benefício máximo seria obtido com o uso da banda larga, ao aumento de produtividade.

“Há um número cada vez maior de sinais em países desenvolvidos e em desenvolvimento de que a adoção de tecnologias de informação e comunicação (ICT, na sigla em inglês) por empresas ajuda a acelerar o crescimento da produtividade, que é essencial para sustentar a geração de renda e emprego”, afirma a Unctad.

ICT é o nome dado a tecnologias usadas no processamento de informações, ou seja, para armazenar, converter e transmitir dados via computador.

Segundo a entidade, essas tecnologias são ainda mais úteis em países em desenvolvimento, que poderiam ajudá-los a melhorar a sua competitividade no mundo.

Para Angel Sanz, o Brasil está bem colocado em relação a outros países da América Latina, destacando-se no uso de serviços bancários on line, nos sites governamentais (e serviços oferecidos por eles) e em setores específicos como o automotivo - embora, neste caso, as transações se dêem mais entre fornecedores do que em vendas ao consumidor final.

Mas, ainda na avaliação do especialista da Unctad, o país sai perdendo, por exemplo, para a Índia, que se destaca na indústria de tecnologia da informação.

Sanz ressalta, entretanto, que o fato de o país ter o inglês como língua oficial lhe dá uma vantagem “muito importante” em relação ao Brasil.

Adicionar comentário 17 de Novembro de 2006 às 08:55 admin

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